Esperando...
Esperando sempre pela chegada de alguém que não sei. Embora doa não importa nada, pois eu sou a pessoa mais feliz do Mundo comparada com pessoas que neste momento estão a morrer de fome, de doenças, de desespero nas terras atingidas pelo Tsunami.
Somos tão egoistas por natureza que só pensamos nisso quando alguma calamidade acontece mas mesmo sem ela acontecer há pessoas a morrerem à foma e a viverem sem condições por todo o Mundo.
Eu e voces somos as pessoas mais felizes do Mundo, o importante é pensar nisso quando achamos que o céu nos cai na cabeça e no fim é apenas um pormenor minimo e insignificante.
Somos tão felizes...
Longa se torna a espera
E quando eu descobrir o segredo
Da nebelina cinzenta
Que torna a água barrenta
E sem perdão me esmaga o peito
E quando se levanta de repente
A névoa que cobre o rio
Que gela tudo de frio
E escurece a corrente
Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...
E quando eu apanhar finalmente
O barco para a outra margem
Outra que finde a viagem
Onde se espere por mim
Terei, terei mais uma vez a força
Para enfrentar tudo de novo
Como a galinha e o ovo
Num repetir de desgraças
Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...
letra: Tim
música: Xutos & Pontapés
Somos tão egoistas por natureza que só pensamos nisso quando alguma calamidade acontece mas mesmo sem ela acontecer há pessoas a morrerem à foma e a viverem sem condições por todo o Mundo.
Eu e voces somos as pessoas mais felizes do Mundo, o importante é pensar nisso quando achamos que o céu nos cai na cabeça e no fim é apenas um pormenor minimo e insignificante.
Somos tão felizes...
Longa se torna a espera
E quando eu descobrir o segredo
Da nebelina cinzenta
Que torna a água barrenta
E sem perdão me esmaga o peito
E quando se levanta de repente
A névoa que cobre o rio
Que gela tudo de frio
E escurece a corrente
Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...
E quando eu apanhar finalmente
O barco para a outra margem
Outra que finde a viagem
Onde se espere por mim
Terei, terei mais uma vez a força
Para enfrentar tudo de novo
Como a galinha e o ovo
Num repetir de desgraças
Longa se torna a espera
Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio
E quando...
letra: Tim
música: Xutos & Pontapés
Penso que a nossa vida seja como um poema escrito a dois tinteiros.
Um de felicidade, outro de tristeza.
Estes dois tinteiros, que poderão em algumas circunstâncias coexistir, comportam-se de formas distintas:
O tinteiro da tristeza encontra-se tanto mais cheio quanto maior a tristeza, porque por mais que se tente gasta-lo, nunca se chegará a ver o fundo.
Por outro lado, o tinteiro da felicida encontra-se tanto mais vazio quanto mais felizes nos encontramos, pois disfrutamos dele ao máximo, consumindo todas as oportunidades de o utilizar.
Posso dizer que nesta fase da minha vida, os meus dois tinteiros secaram.
E eu não acho isso minimamente preocupante.
Cratera de
Pedro |
10:48
A nossa sorte é acharmos sempre alguma restea de tinta daquele tinteiro bom, interrompendo a infelicidade com pequenos momentos felizes.
Obrigada Pedro :) *
Cratera de
J |
22:15
A felicidade bate nos à porta quando menos esperamos mas de um momento para o outro perdemos tudo.
Os nossos problemas comparados com esta tragédia não são nada...
Beijos para os dois ... Adoro vos (;
Cratera de
Leoa |
09:08